A INVENÇÃO DO MICROSCÓPIO - 6º ANOS A, B, C, D, E, F.- PROFª CIDA FERNANDES - CIÊNCIAS.
ENTREGAR O Questionário até a data: até 30 de junho de 2020
A Invenção do Microscópio e a Descoberta da
Célula
A invenção do microscópio
pode ser considerada o marco inicial da Biologia Celular. Foram os holandeses
Hans Janssen e Zacharias Janssen, fabricantes de óculos, que inventaram o
microscópio no final do século XVI. As observações realizadas por eles,
demonstraram que a montagem de duas lentes em um cilindro, possuía a capacidade
de aumentar o tamanho das imagens, permitindo dessa forma que objetos pequenos,
invisíveis a olho nu, fossem observados de forma detalhada.
Entretanto, Hans e Zacharias Janssen não utilizaram sua invenção para fins
científicos. Foi o também holandês Antonie von Leeuwenhoek, que viveu entre os
anos de 1632 e 1723 na cidade holandesa de Delft, quem primeiro registrou suas
observações utilizando microscópios. Utilizando um microscópio de fabricação
própria, Leeuwenhoek foi o primeiro a observar e descrever as fibras
musculares, espermatozóides e bactérias. Leeuwenhoek relatou todas as suas
experiências para Robert Hook, membro da Royal Society of London.
Como falava somente Dutch (holandês), Robert Hooke traduziu os seus trabalhos,
que posteriormente foram publicados pela entidade. Acerca de suas observações
com o microscópio, Leeuwenhoek descreveu originalmente a seguinte frase: “Não
há prazer maior, quando meu olhar encontra milhares de criaturas vivas em apenas
uma gota de água.” Entretanto, a “descoberta” da célula é atribuída a Robert
Hooke. Em 1665 Hooke publicou seu livro intitulado Micrographie contendo
observações microscópicas e telescópicas e algumas observações originais em
Biologia.
Buscando compreender por quais razões a cortiça era tão leve, Hooke estudou
fatias finíssimas deste material. Foi então que, utilizando seu microscópio
composto, Hooke observou que a baixa densidade deste material era devida a
existência de pequenos compartimentos, até então vazios. A estes pequenos
compartimentos Hooke deu o nome de “cell”, que em inglês significa cavidade ou
cela. Na verdade estes compartimentos não estavam vazios, mas por se tratar de
um tecido vegetal morto, o que Hooke observara não era a célula completa em si,
mas sim compartimentos delimitados pela parede celular.
Um grande número de pesquisadores passou a estudar as diversas partes dos
vegetais e posteriormente dos animais. Assim, não demorou muito tempo para que
o citoplasma, uma substância de aspecto gelatinoso, fosse descoberto. Robert
Brown, botânico escocês que viveu de 1773 a 1858, constatou em 1833 que a maior
parte das células apresentava em seu interior uma estrutura de forma esférica,
a qual chamou núcleo. Nesta mesma época observações e descobertas revelaram
ainda a existência da membrana plasmática e da parede celular presente nas
células vegetais.
A realização de diversos
estudos microscópios permitiu que os cientistas alemães, Theodor Schwann e
Mathias Schleiden postulassem a Teoria Celular. No final da década de 1830,
após a realização de diversos estudos microscópicos, Schwann e Schleiden
reuniram-se para discutir suas idéias acerca da organização dos seres vivos.
Schleiden era botânico e tinha certeza que todas as plantas eram constituídas
por células, sendo o mesmo verdadeiro para os animais, segundo as observações
de Schwann. Dessa forma, Schwann e Schleiden sintetizaram as idéias sobre os
aspectos estruturais dos seres vivos da seguinte maneira:
“As partes elementares dos tecidos são células, semelhantes no geral, mas
diferentes em forma e função. Pode ser considerado certo que a célula é
mola-mestra universal do desenvolvimento e está presente em cada tipo de
organismo. A essência da vida é a formação da célula."
Todos os conhecimentos envolvendo a Biologia Celular progrediram
concomitantemente ao desenvolvimento de novos métodos de investigação. Em um
primeiro momento, conforme vimos, a microscopia óptica, também chamada de
microscopia de luz, possibilitou o descobrimento das células e a elaboração da
Teoria Celular (Junqueira & Carneiro, 2005). Posteriormente, técnicas
citoquímicas foram desenvolvidas o que facilitou a identificação e localização
de diversas moléculas integrantes das células. Com o desenvolvimento dos microscópios
eletrônicos, que apresentam um grande poder de resolução, foram desvendados
aspectos mínimos das células, que não poderiam ser feitos com a microscopia
óptica.
Acompanhe o conteúdo, Interprete-o e responda as questões que estarão
disponíveis abaixo do conteúdo.
Esta atividade deve ser respondida no link de questionário até a data:
26/062020
A PRODUÇÃO DOS LEUCÓCITOS – NOSSAS CÉLULAS DE DEFESA IMUNOLÓGICA
Todas
as células do sistema imune são produzidas a partir da medula óssea, por meio
de células tronco hematopoiéticas, as quais produzem os eritrócitos (glóbulos
vermelhos), responsáveis pelo transporte de gases no sangue, os leucócitos
(glóbulos brancos) que possuem a função de defesa do sistema imune por meio da
produção de diversas células de defesa, e as plaquetas que são fragmentos de
células que participam da coagulação sanguínea (Figura 1).
Figura 2. Produção de
células do sistema imune através de leucócitos
Os leucócitos após
serem produzidos ficam circulando no sangue por dias, semanas, meses ou até anos no nosso corpo. Sua produção é contínua e quando há alguma alteração na quantidade destas
células, por exemplo, visto em exame de sangue, indica que está ocorrendo algum problema no local onde o sistema
imunológico foi ativado.
Tipos de barreiras
para evitar entrada de antígenos e microrganismos
Na tentativa de
invadir o organismo de um animal, o agente agressor se depara com a primeira
linha de barreia, representada por múltiplas camadas de defesa. Essas barreiras são compostas por:
Barreiras físicas: são responsáveis por impedir que o microrganismo
consiga atingir regiões mais internas, representadas pelos tecidos e, assim,
impedir o desenvolvimento de doenças. Essas barreiras são compostas por três
(3) diferentes tipos:
·Barreira
mecânica: é representada pela pele íntegra e
composta pela epiderme, rica em queratina e impede a entrada de microorganismos
diversos. Os cílios e mucos nasais também são exemplos de barreira mecânica,
que auxiliam a filtrar o ar, fazendo com que os microorganismos fiquem aderidos
a estes cílios e muco, e impedindo que entrem no corpo.
·Barreira
microbiológica: é representada pela
microbiota intestinal, estomacal, pulmonar, genital, superfície da pele e entre
outras, que agem por exclusão competitiva, impedindo que agentes patogênicos se
liguem aos receptores, impedindo que eles se multipliquem e acarretem em doenças.
·Barreira
química: é caracterizada por enzimas presentes na
saliva, lágrimas e secreções nasais. Os ácidos graxos presentes no suor e suco
gástrico, impedem que os microrganismos consigam atingir regiões alvo para
desencadear doença por possuírem pH ácido
Acompanhe o conteúdo, Interprete-o e responda as questões que estarão
disponíveis abaixo do conteúdo.
Esta atividade deve ser respondida no link de questionário até a data:
24/062020
IMUNIDADE DO NOSSO ORGANISMO E MICRORGANISMOS
A
vida na Terra começou de maneira microscópica e os organismos vivos foram se
adaptando e evoluindo diante de todas as transformações que ocorreram no
planeta. Por isso, hoje, desde os organismos mais simples até os mais
complexos, eles compartilham características como a capacidade de se reproduzir
e gerar hereditariedade. Esta última característica gerou a necessidade de
armazenamento dessas informações que são carreadas e, por isso, esses
organismos possuem uma organização celular com material genético.
Os
microrganismos (organismos vivos microscópicos) foram os primeiros organismos a
habitar a Terra. As bactérias estão em um Reino que se ramifica
em diferentes gêneros e espécies refletindo a existência de milhares de tipos
diferentes que apresentam uma heterogeneidade gigantesca. Por exemplo, algumas conseguem
resistir a condições que nós, humanos, não suportaríamos, como as temperaturas
superiores a 100°C. Os vírus também possuem uma vasta
heterogeneidade e conseguem suportar diferentes condições ambientais dependendo das
características de cada espécie. Por exemplo, vírus não envelopados suportam um pH
ácido,
enquanto que os vírus envelopados não suportam e são mais susceptíveis as condições
ambientais.
Os
microrganismos são classificados com menor ou maior nível de complexidade de
acordo com seu material genético. Entretanto, se considerarmos que esses
microrganismos continuam evoluindo e interagindo com outros organismos até
hoje, esse tipo de classificação pode ser equivocada. Muitos desses
microrganismos interagem com os seres humanos, seja de maneira positiva ou
negativa. Os microrganismos que interagem de forma positiva são, por exemplo,
os que compõem a chamada microbiota (conjunto de microrganismos associados a
tecido).
No
nosso trato digestivo há diversas bactérias que ajudam na digestão, convertendo
substâncias para uma forma na qual o corpo consegue absorver e, sendo assim,
existe uma extrema necessidade de contê-las no corpo. Esses microrganismos
também podem se associar de forma negativa quando há um desbalanço da
homeostasia do corpo humano. Com o desbalanço ficamos doentes, pois pode
ocorrer uma interação desses microrganismos com o nosso sistema de defesa,
chamado sistema imunológico, também conhecido como o exército de
soldadinhos protetores. Somando a resposta do sistema imunológico (que pode
variar de individuo para indivíduo), com os microrganismos e outros fatores
externos ocorrerá a doença.
Os
soldadinhos do sistema imunológico também são heterogêneos: existem
diferentes tipos de célula que compõem o sistema imunológico, que também vem
evoluindo ao longo do tempo. Há um sistema imunológico mais primitivo, mas não
por isso menos importante, chamado sistema imune inato. Esse sistema é composto
por diferentes células que são capazes de reconhecer os microrganismos, como os
patogênicos.
O
sistema imune inato reconhece moléculas padrões presentes nas bactérias assim
como moléculas padrões de fungos e de demais microrganismos. Essas células são
os macrófagos, dendríticas e neutrófilos entre outras. Estas são células mais
flácidas, que conseguem abraçar e capturar o patógeno por um mecanismos chamado
de fagocitose. Uma vez dentro da célula, eles podem ser digeridos por enzimas
provenientes de uma organela. Mas, não somente por essas enzimas, eles podem
ser eliminados por outros mecanismos como por espécies reativas de oxigênio
(ROS), ou também por outros componentes que possuem características
microbicidas.
As
células conseguem reconhecer esses patógenos através de receptores na sua
membrana, chamados receptores de reconhecimento de padrão (PRR), que reconhecem
porções dos patógenos que foram conservadas na luz da evolução. Essas porções
que são reconhecidas são chamadas de padrões moleculares associadas a patógenos
(PAMPs). A ativação dos PRRs pelos PAMPs resulta na ativação das células com
produção de mediadores inflamatórios e moléculas microbicidas. A ativação de
alguns PRRs pode levar fagocitose e, consequentemente, a eliminação do
microrganismo. Entretanto, novamente considerando o contexto de
constante evolução a que estão submetidos nas suas interações com seus
hospedeiros, sabemos que alguns microrganismos conseguem escapar dos mecanismos
microbicidas produzindo enzimas que degradam as proteínas que lhe causariam o
dano.
Mais
recentemente no processo evolutivo, modificações no material genético levaram a
geração de um novo tipo de receptor, mais específico contra pequenas
sequencias de aminoácidos chamadas de antígeno, deram origem ao sistema imune
adaptativo. Esse sistema, que apareceu pela primeira vez em
peixes mandibulados chamados Lampréias, é composto por dois tipos celulares: os linfócitos T e
os linfócitos B. Essas células são ativadas por algumas células da imunidade
inata através de um evento denominado apresentação de antígenos.
O linfócito T, ao reconhecer
especificamente um antígeno apresentado pela célula dendrítica numa condição
excelente, será ativado e produzirá substâncias que atuam nas células da
imunidade inata levando ao aumento na produção de compostos microbicidas,
ajudando na resposta imunológica. Por isso, os linfócitos T são considerados
células auxiliadoras.
Os linfócitos B são os
soldados conhecidos como produtores dos anticorpos, que ficam no organismo por
longos período de tempo. Em caso de re-infecção pelo mesmo patógeno, eles podem
atuar rapidamente. Uma das formas pela qual os anticorpos podem combater um
patógeno é através do mecanismo de opsonização. A opsonização consiste na
ligação do anticorpo à superfície do patógeno permitindo que células da
imunidade inata, ao reconhecer esses anticorpos, realize a fagocitose e elimine
o patógeno.
Como vimos, a
resposta imune envolve a ativação de muitas células que secretam muitas
substâncias que são microbicidas mas podem acabar por lesionar os tecidos do
hospedeiro. Com isso, há a necessidade do reparo tecidual. A resolução da
inflamação ocorre no final da resposta imune e é realizada por alguns tipos de
células, tanto da imunidade inata como da imunidade adaptativa, que são uma
subpopulação específica dos macrófagos (chamados de M2) células reguladoras,
respectivamente. Essas são células capazes de secretar substâncias que
auxiliam na cicatrização, reconstituindo os tecidos lesionados e levando o
corpo de volta à uma condição de homeostasia após a batalha contra o patógeno.
A vida dos
soldadinhos não é fácil, é uma constante batalha para nos proteger. Mas,
existem maneiras de ajudarmos. Com uma boa alimentação, higiene e cuidado,
conseguimos ajudar nosso corpo no combate. Uma boa alimentação e um exercício
físico são indispensáveis para uma vida melhor, com batalhas menores e com mais
tempo para se divertir, brincar e ser feliz!
Fontes:
FLAJNIK, M., & DUPASQUIER, L. (2004). Evolution of
innate and adaptive immunity: can we draw a line? Trends in
Immunology, 25(12), 640–644. http://doi.org/10.1016/j.it.2004.10.001
O linfócito T, ao reconhecer
especificamente um antígeno apresentado pela célula dendrítica numa condição
excelente, será ativado e produzirá substâncias que atuam nas células da imunidade
inata levando ao aumento na produção de compostos microbicidas, ajudando na
resposta imunológica. Por isso, os linfócitos T são considerados células
auxiliadoras. Os linfócitos B são os soldados conhecidos como
produtores dos anticorpos, que ficam no organismo por longos período de tempo.
Em caso de re-infecção pelo mesmo patógeno, eles podem atuar rapidamente. Uma
das formas pela qual os anticorpos podem combater um patógeno é através do
mecanismo de opsonização.
A opsonização
consiste na ligação do anticorpo à superfície do patógeno permitindo que
células da imunidade inata, ao reconhecer esses anticorpos, realize a
fagocitose e elimine o patógeno.
Como vimos, a
resposta imune envolve a ativação de muitas células que secretam muitas
substâncias que são microbicidas mas podem acabar por lesionar os tecidos do
hospedeiro. Com isso, há a necessidade do reparo tecidual. A resolução da
inflamação ocorre no final da resposta imune e é realizada por alguns tipos de
células, tanto da imunidade inata como da imunidade adaptativa, que são uma
subpopulação específica dos macrófagos (chamados de M2) células reguladoras,
respectivamente. Essas são células capazes de secretar substâncias que auxiliam
na cicatrização, reconstituindo os tecidos lesionados e levando o corpo de
volta à uma condição de homeostasia após a batalha contra o patógeno.
A vida dos
soldadinhos não é fácil, é uma constante batalha para nos proteger. Mas,
existem maneiras de ajudarmos. Com uma boa alimentação, higiene e cuidado,
conseguimos ajudar nosso corpo no combate. Uma boa alimentação e um exercício
físico são indispensáveis para uma vida melhor, com batalhas menores e com mais
tempo para se divertir, brincar e ser feliz!
Fontes:
FLAJNIK, M., & DUPASQUIER, L. (2004). Evolution of
innate and adaptive immunity: can we draw a line? Trends in
Immunology, 25(12), 640–644. http://doi.org/10.1016/j.it.2004.10.001
LER O CONTEÚDO, OBSERVAR AS EXPLICAÇÕES DO VÍDEO, IR AO BOTÃO INDICADO E CLICAR EM CIMA DESTE BOTÃO PARA RESPONDER O QUESTIONÁRIO, ENVIAR AS RESPOSTA ATÉ 17 DE JUNHO DE 2020.
BRIÓFITAS
PTERIDÓFITAS
CONTEÚDO SOBRE BRIÓFITAS E PTERIDÓFITAS –
Inicia se por representantes do Reino Vegetal, as Briófitas.
- São representantes das briófitas os musgos e a marchantia.
- Estes representantes não possuem canal condutor de seivas, água e reservas nutritivas do solo, por isso são chamados de seres avasculares.
- Estes necessitam de locais úmidos para reproduzir se e desenvolver-se.
- Não possuem sementes, e sim esporos, produzidos por esporófitos que contém gametângios femininos.
Os musgos é um bom exemplo de briófitas.
- As briófitas possuem organismo frágil, isto é, possuem rizoides e não raízes, cauloides e não caules, filoides e não folhas.
-As briófitas sofrem alternância de geração, passando por dois ciclos de reprodução, um ciclo é realizada a reprodução assexuada.
- O outro ciclo é realizada a reprodução sexuada.
A reprodução das Briófitas:
Ao observar um musgo (vulgarmente chamado de lodo). Consegue ver um talo verde, este é o gametófito, com número de cromossomos reduzido haploide (n), esse representa a fase assexuada dos musgos.
- O outro ciclo de reprodução dos musgos. É representada pelos gametângios, são gametângios masculinos, contendo anterídios, que guardam os anterozoides (gametas ou células reprodutoras masculinas haploides, (n), dos musgos).
-E os gametângios femininos, contendo arquegônios, que guardam a oosfera ( gameta ou célula reprodutora feminina haploides (n), dos musgos).
- Em época de chuvas e vento, as gotas de água levam os anterozoides, que possuem flagelos, e fazem nidaçao para os arquegônios femininos, para fecundar a oosfera (isto é o gameta feminino dos musgos).
- Após a fecundação, ocorre a formação do esporófito (2n), que são cápsulas contendo esporos, que sofreram uma divisão meiótica, e esses esporos (n), já maduros, são liberados e caem no solo úmido e germinam, formando uma nova planta, (o gametófito verde). Havendo assim o começo de um novo ciclo de vida dos musgos.
AS PTERIDÓFITAS
- As pteridófitas fazem parte do Reino Vegetal.
- Seus representantes são licopodium, samambaias, avencas, samambaiaçu, chifre de veado ( Platycerium bifurcatum).
- As pteridófitas possuem vaso condutores de seiva, água, nutrientes do solo para seu corpo, suas folhas. Ela possuem também folhas, caules e raízes.
- Por possuírem maior proporção de sustentação mecânica de seus caules, e das nervuras de suas folhas, possibilitam maiores quantidade de seres das espécies das pteridofitas.
- Por terem esses órgãos mais evoluídos que as briófitas, conseguiram dar um salto na evolução na espécie das pteridófitas.
- As pteridófitas também fazem reprodução por alternância de geração;
- Tomemos como exemplo uma samambaia, suas folhas possuem função dupla, fazem fotossíntese, e também servem para a reprodução.
- Na parte inferior dos folíolos da folha da samambaia, agrupam se os esporângios( são os soros).
Entende - se que a planta completa é um esporófito.
Os esporângios (soros), são estruturas fechadas que guardam dentro de si muitas células mãe diplóides (2n). Que sofrem divisão meiótica e dão origem a dezenas de esporos haplóides (n),
Isso significa isosporia.
- Em época de seca, ocorre uma ruptura dos esporângios, e acontece a liberação dos esporos (n).
- Com o número de cromossomos reduzidos, os esporos (n), germinam e formam o protálo.
- O protálo é um gametófito, que em tempo de umidade aumenta a sua quantidade. No interior desse protálo, há rizoides, que fixam se ao solo úmido, isso é o ciclo de reprodução assexuado das samambaias. enquanto que fixado nele se encontram os arquegônios (estrutura reprodutora feminina da samambaia. e os anterídios, que é estrutura reprodutora masculina da samambaia.
- Quando há umidade, uma quantidade de água, os anterídios em solo úmido, liberam os anterozoides, que com seus flagelam fazem nidação e, fecundam a oosfera (n), dentro dos arquegônios.
-
Após a fecundação, origina se o zigoto (grande célula) carregando cromossomos diploides (2n). que ainda preso ao protálo, forma o embrião, que se desenvolve com divisões de células em mitose, dando origem a um novo esporófito (uma nova planta).
- Nessa fase, as samambaias (pteridófitas), é mais duradouro. E há a preparação para um novo ciclo para sua reprodução.
CLIQUE NO BOTÃO A SEGUIR PARA RESPONDER O QUESTIONÁRIO
LER O CONTEÚDO, OBSERVAR AS EXPLICAÇÕES DOS VÍDEOS, IR AO BOTÃO INDICADO, CLICAR PARA RESPONDER O QUESTIONÁRIO - SEMANA DE 08 A 12 DE MARÇO DE 2021
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CÉLULAS E ORGANELAS
Todos os seres vivos são formados por células.
Existem as células primitivas, isto é, as células que não possuem envoltório nuclear completo. Para abrigar seu código genético (DNA).
Por isso recebem o nome de :
PROCARIONTES, são representados por seres unicelulares, tais como: arquéas, bactérias, cianobactérias.
Exemplos de células Procariontes:
Existem CÉLULAS mais evoluídas, isto é.
As células que possuem um envoltório completo para proteger seu código genético (DNA). Por isso recebem o nome de:
EUCARIONTES, são representados por alguns seres vivos unicelulares, e os demais seres vivos multicelulares/pluricelulares, tais como: protozoários, alga (euglena), fungos, e os demais seres do reino vegetal e do reino animal.
EXEMPLO DE CÉLULAS: ANIMAL E VEGETAL
Percebe-se portanto que os seres vivos são formados por células, que é a unidade morfólogica e fundamental para a formação dos seres vivos.
Os seres unicelulares como as bactérias, representantes do reino monera, são procariontes, não possui núcleo verdadeiro, e para reproduzir, se divide ao meio, carregando cromossomos semelhantes, se dividindo e formando muitas até se transformarem em colônias de bactérias.
Já os protoctistas, representados por alga euglena unicelular e algas pluricelulares, são eucariontes, suas células possuem núcleo verdadeiro, Outro ramo desse reino são os protozoários, representados por seres unicelulares, e com núcleo perfeito, representados por paramecium, amebas, shistossoma mansoni, flagelados, sarcodíneos e outros.
Percebe que há uma evolução do reino monera para o reino protoctista, contando ai com a presença do núcleo verdadeiro para abrigar a carga genética das células.
Os fungos, podem ser unicelulares, e multicelulares, todos com núcleo verdadeiro, por isso também são eucariontes.
Em seguida observa –se os vegetais pelos quais são bem mais evoluídos na conquista do solo para sobreviver, todos formados por células, que são células reprodutoras ou gaméticas masculinas e femininas, para haver fecundação e originar outro ser vivo, as plantas, que também sofrem alternância de geração.
Os seres vivos do reino animal, todos necessariamente são dependentes da união das células reprodutoras para que possa haver outros seres semelhantes a eles.
Seres humanos para haver descendentes, necessitam da união de duas células reprodutoras, para que possam se unir e reproduzir outros seres.
A célula reprodutora masculina representada pelo espermatozoide com número reduzido de cromossomos(n) haploide, fecunda o ovócito, que também carrega número reduzido de cromossomos (n), haploide, para haver a formação de um ser vivo humano, após a fecundação do ovócito pelo espermatozoide, ocorre a formação de uma célula gigante, contendo o dobro de cromossomos vindo da célula masculina mais a célula feminina, isto é (2n), célula diploide. de cromossomos com características genéticas dos doadores das células reprodutoras ou gaméticas.
A célula diploide começa a se dividir em mitose, carregando as características genéticas , ocorre uma evolução dessas células, assim, uma célula se divide em duas, as duas células se dividem em quatro, as quatro células se dividem em oito, as oito células se dividem em dezesseis, as dezesseis se dividem em trinta e duas e as trinta e duas se dividem em sessenta e quatro células, e com quarenta semanas já está formado um embrião, que se desenvolverá através da divisão celular com seus respectivos órgãos vitais para sua sobrevivência ao nascer.
Portanto, todos os seres vivos, obrigatoriamente são originados de células vivas
Pequena Explicação: Célula Eucarionte e Procarionte (repostamento)
A CÉLULA : Formam os organismos (maioria dos seres vivos); Delimitada por um envoltório fino; Podem ser eucarióticas; podem ser procarióticas.
CÉLULAS EUCARIÓTICAS: Constituída de membrana celular; citoplasma e núcleo;
CÉLULAS PROCARIÓTICAS: Não apresenta envoltório nuclear (carioteca), E ausência de organelas membranosas. Possuem ribossomos.
As células procarióticas em corte transversal apresenta : Parede celular, Ribossomos, Membrana plasmática, citoplasma e nucleóide. e Ribossomos.
CÉLULA EUCARIÓTICA HUMANA (O REINO ANIMAL): Apresenta: Membrana plasmática, Citoplasma.
MITOCÔNDRIAS
São organelas compostas por membrana dupla, sendo uma externa e uma interna que apresenta muitas dobras, as chamadas cristas mitocondriais.
As mitocôndrias são organelas especiais, com capacidade de se reproduzir, uma vez que contem moléculas de DNA circular, tal como as bactérias.
Sua função é realizar a respiração celular, que produz a maior parte da energia utilizada nas funções vitais. A primeira etapa acontece no citosol da célula e as duas últimas: o ciclo de Krebs e a fosforilação oxidativa, ocorrem nas suas membranas internas.
Retículo Endoplasmático
São organelas cujas membranas se dobram formando sacos achatados. Existem 2 tipos de retículo endoplasmático, o liso e o rugoso, esse último possui grânulos associados à sua membrana, os ribossomos, o que lhe confere aparência rugosa e por isso o nome.
Além disso sua membrana é contínua com a membrana externa do núcleo, o facilita a comunicação entre eles.
O retículo endoplasmático liso (REL) não tem ribossomos associados e por isso tem aparência lisa, é responsável pela produção de lipídios que irão compor as membranas celulares.
A função principal do retículo endoplasmático rugoso (RER) é realizar a síntese proteica, além de participar do seu dobramento e transporte até outras partes da célula.
Aparelho de Golgi
Também chamado complexo de Golgi ou ainda complexo golgiense, é composto de discos achatados empilhados, formando espécies de bolsas membranosas.
Suas funções são modificar, armazenar e exportar proteínas sintetizadas no RER. Algumas dessas proteínas são glicosiladas, ou seja, sofrem reação de adição de um açúcar no RE e no golgi o processo é completado, caso contrário, essas proteínas podem se tornar inativas.
Além disso, o aparelho de Golgi produz vesículas que brotam e se soltam originando os lisossomos primários. No momento em que esses lisossomos primários se fundem aos endossomas formam vacúolos digestórios ou lisossomos secundários.
Lisossomos
Os lisossomos são envolvidos apenas pela bicamada lipídica e no seu interior há enzimas digestivas. Sua função é digerir moléculas orgânicas como lipídios, carboidratos, proteínas e ácidos nucleicos (DNA e RNA).
Como as enzimas hidrolases (peptidases que digerem aminoácidos, nucleases (digerem ácidos nucleicos), lipases (digerem lipídios), entre outras) funcionam em ambiente ácido, a digestão ocorre dentro dos lisossomos para não prejudicar a célula.
As moléculas a serem digeridas são englobadas por endocitose e entram na célula envolvidas em vesículas formadas a partir da membrana chamados endossomas.
Depois fundem-se com os lisossomos primários e são quebradas, originando partes menores, como os ácidos graxos. Essas moléculas pequenas saem do lisossomo e são aproveitadas no citosol da célula.
Peroxissomos
Os peroxissomos são pequenas organelas membranosas, que contêm no seu interior enzimas oxidases, e estão presentes em células animais e vegetais.
A principal função é oxidar os ácidos graxos para a síntese de colesterol e também para serem usados como matéria-prima na respiração celular.
Estão presentes em grande quantidade nas células do rim e do fígado, onde neutralizam o efeito tóxico de substâncias como o álcool e também participam da produção de sais biliares.
Nas reações de oxidação é produzido o peróxido de hidrogênio e por isso o nome da organela.
CÉLULA EUCARIONTE -VEGETAL
Organelas da célula vegetal.
VACÚOLOS
Os vacúolos são envolvidos por membrana e preenchidos com fluido diferente do citoplasma.
São muito comuns nas células vegetais, nas quais tem função de reserva de substâncias como a seiva e atuam no mecanismo de pressão osmótica, conhecido como turgor, que regula a entrada de água e a rigidez dos tecidos vegetais tornando a planta ereta, por exemplo.
Em organismos procariotas também há vacúolos com função de armazenamento, ingestão, digestão e eliminação de substâncias.
Plastos
São organelas presentes apenas em células vegetais e de algas. Podem ser de 3 tipos básicos:leucoplastos, cromoplastos e cloroplastos.
Todos se originam a partir de pequenas vesículas presentes nas células embrionárias das plantas, os proplastos, que são incolores.
Quando maduros adquirem cor de acordo com o tipo de pigmento que contém e são capazes de se autoduplicar, além de terem a capacidade de se transformarem um no outro.
Assim, por exemplo, um cromoplasto pode se tornar um cloroplasto ou um leucoplasto, ou vice-versa. Veja a seguir sobre cada um:
Os leucoplastos não tem cor, armazenam amido (reserva energética) e estão presentes em alguns tipos de raízes e caules;
Os cromoplastos são responsáveis pela cor de frutos, flores e folhas e também de raízes como as cenouras. Existem os xantoplastos (amarelos) e os eritroplastos (vermelhos);
Os cloroplastos possuem cor verde por causa da clorofila e são responsáveis pela fotossíntese. A forma e o tamanho dessas organelas varia conforme o tipo de célula e de organismo em que se encontram.
A Membrana das Organelas
As organelas são delimitadas por membranas internas que se assemelham à membrana externa, sendo compostas por uma bicamada lipídica, embora esta tenha composição e estrutura um pouco diferentes (ambas são compostas de fosfolipídios, glicolipídios e colesterol, sendo que nas internas é bem menor a quantidade de colesterol, componente que regula a fluidez e estabilidade).
As membranas internas também regulam a entrada e saída de moléculas através de proteínas especiais que auxiliam a passagem. Além disso, as organelas também podem permitir a entrada de moléculas no seu interior usando os mecanismos de endocitose e exocitose.
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Não obstante, as membranas internas também são importantes para individualizar as organelas, separando o conteúdo interno, uma vez que as enzimas de uma poderia interferir com as reações de outras, o que em algumas poderia ser nocivo ou até letal, como no caso dos lisossomos (ambiente interno ácido) e dos peroxissomos (nas reações oxidativas gera o peróxido que é tóxico e precisa ser neutralizado por enzimas internas).
A MEMBRANA PLASMÁTICA:
-Película fina que envolve toda a célula;
-Permeabilidade seletiva;
-Controla a entrada e saída de substância da célula;
- É envoltório celular;
- É lipoproteica (lipídios e proteínas);
- Proteínas receptoras através dos poros.
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